The Return to Maputo and an Unexpected Experience
O regresso a Maputo e uma experiência inesperada
📍 Maputo, MozambiqueToday is the day to close the journey and reach the starting point, Maputo.
It wasn't easy to leave Tofo. We scheduled lunch for 11:45 AM, as we were told it would take 9 hours to Maputo, due to the floods in Xai-Xai.
In fact, it wasn't 9, but it also wasn't the usual 7. We made it in 8 hours and arrived at 8:30 PM.
Marta, Pedro, and the girls were ready to welcome us with many hugs and cuddles.
Fernando S. even managed to eat a crab from Tito, which had been promised for a long time, and it seems it was approved.
Despite being very tired, it was Fernando S.'s last night and some comrades were calling for us to go for a drink. We drank 2 coffees to perk up and went to Boteco to meet Edu, João, André, and Franco.
On the way, Fernando S. had the experience he was missing in Mozambique. “Good evening,” says a policeman accompanied by 3 others. “Good evening,” we say, a little incredulous to be approached on foot and in the rain, it hadn't happened to me in a good 20 years. “I need your documentation.” “I can't show it here, it's raining and it will get my passport wet,” I retort, as I walk under a shelter next to a building. “You are disrespecting the authorities.” Well, it started.
We were escorted to the police station, on foot, which was not far from Boteco, and everything was clarified after a sermon from the police chief, which was more for his zealous colleagues than for me. We greeted everyone, congratulated everyone on the excellent work they were doing in maintaining security in the city, and left.
At Boteco, we met old friends, for me, new for Fernando S., and we gratefully toasted to the end of the road trip.
Tomorrow is still a day to go to Gentlemans to get a haircut, and to FEIMA for Fernando S. to buy some souvenirs, but the trip, that, ended here.
In the coming days, I will write a short epilogue.
Hoje é dia de fechar o percurso e chegar ao ponto de partida, Maputo.
Não foi fácil deixar o Tofo. Marcámos almoço para as 11:45, pois diziam-nos que até Maputo seriam 9 horas, devido às cheias no Xai-Xai.
De facto, não foram 9, mas também não foram as habituais 7. Fizemos em 8 horas e chegámos às 20:30.
A Marta, o Pedro e as meninas estavam prontos para nos receber com muitos abraços e mimos.
O Fernando S. ainda conseguiu comer um caranguejo do Tito, que estava prometido há muito tempo, e parece que foi aprovado.
Apesar de muito cansados, era a última noite do Fernando S. e havia alguns camaradas a chamar para irmos beber um copo. Bebemos 2 cafés para arrebitar e fomos até ao Boteco ter com o Edu, o João, o André e o Franco.
No caminho, a experiência que faltava ao Fernando S. em Moçambique. “Boa noite”, diz um polícia acompanhado por mais 3. “Boa noite”, dizemos nós, um pouco incrédulos por estarmos a ser abordados a pé e à chuva, já não me acontecia há uns bons 20 anos. “Peço a vossa documentação.” “Aqui não posso mostrar, está a chover e vai molhar o meu passaporte”, retorquo, enquanto caminho para debaixo de um abrigo junto a um prédio. “Você está a faltar ao respeito às autoridades.” Pronto, começou.
Fomos acompanhados até à esquadra, a pé, que ficava não muito longe do Boteco, e tudo ficou esclarecido depois de um sermão do chefe da esquadra, que era mais para os seus zelosos colegas do que para mim. Cumprimentámos todos, parabenizámos todos pelo excelente trabalho que estavam a fazer na manutenção da segurança na cidade, e saímos.
No Boteco, encontrámos os velhos amigos, para mim, novos para o Fernando S., e brindámos, gratos, ao fecho da road trip.
Amanhã ainda é dia de ir ao Gentlemans cortar o cabelo, e à FEIMA para o Fernando S. comprar uns souvenirs, mas a viagem, essa, acabou aqui.
Nos próximos dias escrevo um pequeno epílogo.